A Polícia Civil e o serviço de Identificação Civil e Criminal

Seção dedicada às técnicas de identificação civil e criminal e a inte-relação entre elas.
Nestes mais de cem anos, o RG sofreu modificações para suprir as exigências de identificação e hoje é um dos documentos mais importantes para o brasileiro. Até 1902, a identificação dos cidadãos era constituída basicamente de fotografia. A partir de 1904, o processo de identificação passou a basear-se na antropometria, apresentando fotografias de frente e de perfil do identificado e impressões digitais de quatro dedos como elementos secundários. Em 1907, a dactiloscopia passou a ser o processo principal, realizando a coleta das digitais das duas mãos.
Em 1938, Ricardo Gumbleton Daunt revolucionou o Setor de Identificação dividindo-o em quatro fases: Fotografia, Antropometria, Dactiloscopia e Aplicação (de vários recursos da ciência da identidade), e desde a sua criação, o Instituto de Identificação, que leva o seu nome, o IIRGD, já identificou mais de 40 milhões de pessoas, e atualmente emite mais de 10 mil cédulas de identidade por dia, entre primeiras e segundas vias.

Através do manuseio de cadáveres; análise de fragmentos encontrados em locais de crimes; perícia e coletas desses materiais, entre eles desenhos papilares de palmas das mãos, pontas dos dedos, plantas dos pés, confrontar impressões de recém-nascidos, com o objetivo de identificar suposta troca ou sequestro na maternidade; operar equipamentos eletrônicos ou informatizados que auxiliem nesses trabalhos, tais como elementos e reagentes químicos, arquivamento e utilização de imagens, entre outros; armazenar informações que compõem os bancos de dados das delegacias e institutos médicos legais do Estado. Em suma, o trabalho realizado pelos profissionais do IIRGD e do Instituto de Criminalística, são de vital importância para o auxílio nas investigações.

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